As incríveis peripécias de nossas vidas medíocres!


Criado mudo
7 de junho de 2009, 21:52
Filed under: Família, filho, Gracinhas, Rir é o melhor remédio | Tags: , , , , ,

Esses dias, minha mãe foi comigo buscar o Yuri na escola. Já no carro ela perguntou:

– E aí, Yuri? Como foi seu dia hoje?

– Ai, vó, que saco! Porque você fica perguntando tudo? Enchendo o meu saco?!

– Nossa Yuri! Não precisa ser grosso!

– Mas tudo você quer saber, fica falando sem parar, só enche o meu saco!

– Credo Yuri! Isso é jeito de falar com a sua avó? Ela só quer saber como foi o seu dia!

– Não, Amanda, deixa. Ele anda assim mesmo…A gente tem que servir o mocinho, na hora que ele quer, mas não pode falar nada!

– Ah! Tá, tipo criado mudo mesmo, né Yuri?!

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Dia do Trabalho

Como todos sabem, hoje é dia do trabalho. Que maravilha! Mais um feriado no ano! Afinal, é só isso que o dia do trabalho representa hoje em dia…

Ainda há quem festeje. Muitas festas com shows e outros tipos de eventos gratuítos para comemorar “O dia do trabalho”!

Em primeiro lugar, acho no mínimo contraditório, ninguém trabalhar no dia do trabalho. Ninguém não, afinal, já faz muito tempo que muita gente trabalha aos feriados. Mas convenhamos: é engraçado ser feriado no dia do trabalho.

Este é apenas um dos conflitos desse dia. Pra mim, o pior de todos é pensar que já não há trabalho para todo mundo. O que comemoramos então?

A falta de emprego? A falta de trabalho, propriamente dito?

Ou comemoramos o número infindável de pessoas que são exploradas TODOS OS DIAS?

Quantas pessoas você conhece que têm carteira assinada?

Quantas pessoas você conhece que têm alguma estabilidade em relação a seu emprego? – funcionário público não vale!

Carteira assinada virou documento de gaveta! Há quem nunca a tenha usado…

E as pessoas que trabalham por puro prazer? Você conhece alguma?

A grande maioria que eu conheço trabalha pra pagar as contas… Felizes são aqueles que ainda conseguem fazê-lo!

É triste perceber o quanto nos alienamos do nosso TRABALHO propriamente dito! Não trabalhamos por prazer, trabalhamos para sobreviver! Dificilmente encontramos satisfação no que fazemos e isso se reflete em tudo ao nosso redor, mesmo porque, passamos a maior parte do tempo trabalhando! Trabalhamos cada vez mais e ganhamos cada vez menos, vvivemos cada vez menos! – apesar da expectativa de vida aumentar a cada ano! Ou seria “expectativa de trabalho”?!

Crianças perdem o prazer de ir a escola, pois a escola deixou de ser um espaço de aprendizagem, socialização e descobertas. Passou a ser o primeiro estágio de preparação para o “mercado de trbalho”. Que saco! Por que elas haveriam de gostar de ir para a escola se o que as espera é uma vida de insatisfações? Insatisfações sim! Afinal, o pouco tempo que têm com seus pais, ouvem os mesmos se lamentando de seus trabalhos, do quanto é cansativo, do quanto o chefe é chato, do quanto o dinheiro é insuficiente para pagar as contas, etc, etc…

O que sobrou para nós, adultos, além do trabalho? Ah! Mas nós nos divertimos! Há quem beba, há quem se drogue – Fluoxetina, vulgo Prozac, também é droga, viu pessoal – há quem vá as compras! Que vida “maravilhosa”, não?

Precisamos rever nosso sistema! Não adianta reciclar, se você consome de mais! Não adianta reclamar da criminalidade, se você contribui com a injustiça social. Não adianta querer que seus filhos dêem valor ao que eles têm, se você dá tudo o que eles pedem.

Enfim, não adianta trabalhar tanto para não mudar nada!



A melhor droga de todos os tempos!
26 de abril de 2009, 14:27
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– Mãe! Mãe! Eu e o Manoel descobrimos qual é droga mais potente do mundo!
– Ah é? E qual é?
– A escola!
– Como assim, a escola?
– O professor começa a falar, e a gente, viaja!



Curiosidade e sexualidade não têm idade: a história da sementinha

A mãe sabia que tinha uma filha precoce, mas não sabia que era tanto…

Com apenas 1 ano e meio a filha lança a a pergunta:

-Mãe, de onde vem os bebês?! Como as mulheres engravidam?

A mãe, sabendo que a história da cegonha não iria convencer, optou pela da sementinha. Porém, contou uma versão beeem abreviada:

-Ah! O papai coloca uma sementinha na barriga da mamãe, a sementinha cresce e o bebê nasce.

-Como ele coloca a sementinha na mamãe?

Antes que a mãe ficasse aflita com a resposta para esta difícil pergunta, a própria menininha respondeu:

-Já sei! Com o pipi! Encaixa direitinho!

A mãe ficou impressionada com o raciocínio rápido da filha e ficou aliviada por não ter que ficar explicando muito essas coisas. Afinal, a filha tinha menos de 2 anos!

Mas o que ela não sabia, é que tudo pode piorar, sempre.

Na semana seguinte, a professora resolveu fazer a experiência do feijãozinho. Então, explicou que o feijão é  uma semente, e que eles o colocariam em um algodão com água, e que a mistura dos dois resultaria num broto de feijão.

A menininha, muito ativa, levantou a mão e  foi logo contando a história das sementinhas e dos bebês, em detalhes.

A mãe, coitada, foi chamada na escola. Levou o maior sermão da professora, que a advertiu, dizendo que ainda era muito cedo para conversar com a filha sobre essas coisas.

Mal sabe ela que curiosidade e sexualidade, não têm idade.