As incríveis peripécias de nossas vidas medíocres!


Retratos de família
6 de agosto de 2009, 23:02
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Encontros familiares, pra mim, são os melhores! Mesmo porque, no meu mundo, amigo também é família.

Esses dias, estive em São Paulo para comemorar os 60 anos da minha mãe. Por uma fantástica coincidência, encontrei  meu sobrinho-primo mais querido, meus primos de Tatuí, e outros 2 que moram muuuuito longe: um em Floripa e outro na Alemanha. Foi bem divertido.

Como estava fazendo muito frio, minha tia convidou todo mundo para ir para o haras curtir a lareira recém reformada. Todos os primos toparam na hora! E, como diria D.Ruth, minha avó, fizemos a maior fuzarca!

Lá pelas tantas, meu primo, que é músico e palhaço, pegou seu violão e começou a tocar e cantar músicas animadíssimas:

– Agora, com vocês, a mais recente dupla sertaneja: Tadeu e Tadando! – ele disse, chamando meu outro primo para compor a dupla.

Nisso, seu filho, de 4 anos, pegou uma mini sanfona e começou a tocar.

Não me contive:

– Com vocês, o trio sertanejo: Tadeu, Tadando e… Tadinho!



Dilemas da família moderna

Marido e filho discutem com a esposa/mãe a respeito das horas que ela tem dedicado ao trabalho:

-Agora você só trabalha e nem fica com a gente – diz o marido indignado.

-É mesmo, a gente mal te vê – o filho completa com cumplicidade.

-Gente! Eu preciso trabalhar! Eu sei que eu tenho trabalhado muito, mas quando estou em casa, fico o máximo que posso com vocês…

O marido se convence:

-É mesmo, desculpe. A gente tem sido egoísta.

O filho, irritadíssimo com a perda do parceiro de reivindicações, explode:

-Você diz isso porque passa 8h a mais com ela que eu!

-Como assim?! – ele diz sem entender absolutamente nada.

-Vocês dormem juntos, uai!



E então é Natal…
28 de dezembro de 2008, 17:43
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Fui passar o Natal com a minha família na cidade tortura – para bom entendedor, meia palavra basta.

Cidade de interior todos sabem como é: muita gente com o som no talo para poder mostrar sua potência.

Eu estava em uma loja quando um desses manés passou com o som muuuuuuito alto. As pessoas continuaram imóveis como se nada estivesse acontecendo e eu, inutilmente comecei a gritar protestando contra aquele absurdo:

– Abaixa o som! Ninguém é obrigado a compartilhar do seu gosto musical!!!!

Todos continuaram suas compras, mais uma vez, como se nada tivesse acontecido.

De repente, o som abaixou. Imediatamente olhei para o carro do infeliz. Sabe o que vi?

Por coincidência, meu tio, que estava no carro da frente e surtou com o cara: desceu, e foi implorar para ele abaixar o som.

O cara abaixou na hora! Nem acreditei!!! Até bati palma!

-Muito bem! – eu gritava.

E as pessoas?

Continuaram suas compras como se ABSOLUTAMENTE nada tivesse acontecido!

O Natal é mesmo um perigo.