As incríveis peripécias de nossas vidas medíocres!


Segredo para viver mais

Recebi este e.mail estes dias. Como achei MUUUUITO bom, resolvi postar:

Um médico estava fazendo sua caminhada matinal quando viu uma velinha sentada no degrau de sua varanda fumando um cigarro. Curioso, ele foi até ela e perguntou:

– Não pude deixar de notar como a senhora parece feliz! Qual o seu segredo?

– Eu fumo 10 cigarros por dia – ela respondeu – Antes de ir pra cama eu fumo um grande baseado. Fora isso, eu bebo uma garrafa de Jack Daniels toda semana e só como besteiras. Nos finais de semana, tomo pílulas, faço sexo e não faço nenhum exercício fisico.

O médico espantando:

– Isso é extraordinário! Quantos anos a senhora tem?

– Trinta e quatro – ela respondeu.




Curiosidade e sexualidade não têm idade: a história da sementinha

A mãe sabia que tinha uma filha precoce, mas não sabia que era tanto…

Com apenas 1 ano e meio a filha lança a a pergunta:

-Mãe, de onde vem os bebês?! Como as mulheres engravidam?

A mãe, sabendo que a história da cegonha não iria convencer, optou pela da sementinha. Porém, contou uma versão beeem abreviada:

-Ah! O papai coloca uma sementinha na barriga da mamãe, a sementinha cresce e o bebê nasce.

-Como ele coloca a sementinha na mamãe?

Antes que a mãe ficasse aflita com a resposta para esta difícil pergunta, a própria menininha respondeu:

-Já sei! Com o pipi! Encaixa direitinho!

A mãe ficou impressionada com o raciocínio rápido da filha e ficou aliviada por não ter que ficar explicando muito essas coisas. Afinal, a filha tinha menos de 2 anos!

Mas o que ela não sabia, é que tudo pode piorar, sempre.

Na semana seguinte, a professora resolveu fazer a experiência do feijãozinho. Então, explicou que o feijão é  uma semente, e que eles o colocariam em um algodão com água, e que a mistura dos dois resultaria num broto de feijão.

A menininha, muito ativa, levantou a mão e  foi logo contando a história das sementinhas e dos bebês, em detalhes.

A mãe, coitada, foi chamada na escola. Levou o maior sermão da professora, que a advertiu, dizendo que ainda era muito cedo para conversar com a filha sobre essas coisas.

Mal sabe ela que curiosidade e sexualidade, não têm idade.