As incríveis peripécias de nossas vidas medíocres!


Recordar é viver! – Tudo tem seu tempo

Tudo na vida tem seu lado bom! Até mesmo ter filhos adolescentes… É sério.

Dia desses, conversando com o meu filho me lembrei do meu primeiro beijo e do quanto fui precoce na vida.

Até ele horrorizou!

Bom, o fato é que o meu primeiro beijo aconteceu quando eu tinha 5 anos.

Não me lembro muito bem como aconteceu, mas lembro que depois do primeiro, o meu namoradinho fez questão de mostrar pra todo mundo o que a gente estava fazendo:

-Ou! A gente beijou na boca, sabia?

-Sério?! Duvido!

-Sério, vem cá que a gente te mostra!

E lá iamos nós para a varanda da casa de madeira, atrás da lareira pra ninguém ver.

Ele deve ter feito isso umas 5 vezes, e eu já estava me cansando de tanta beijação e exibicionismo.

-Posso te beijar de novo? – ele perguntou, depois de ter mostrado a façanha pra todo mundo.

E eu, cheia de tudo aquilo, já banalizando o beijo, respondi:

-Quer beijar beija, mas não põe a língua que é nojento!



Curiosidade e sexualidade não têm idade: a história da sementinha

A mãe sabia que tinha uma filha precoce, mas não sabia que era tanto…

Com apenas 1 ano e meio a filha lança a a pergunta:

-Mãe, de onde vem os bebês?! Como as mulheres engravidam?

A mãe, sabendo que a história da cegonha não iria convencer, optou pela da sementinha. Porém, contou uma versão beeem abreviada:

-Ah! O papai coloca uma sementinha na barriga da mamãe, a sementinha cresce e o bebê nasce.

-Como ele coloca a sementinha na mamãe?

Antes que a mãe ficasse aflita com a resposta para esta difícil pergunta, a própria menininha respondeu:

-Já sei! Com o pipi! Encaixa direitinho!

A mãe ficou impressionada com o raciocínio rápido da filha e ficou aliviada por não ter que ficar explicando muito essas coisas. Afinal, a filha tinha menos de 2 anos!

Mas o que ela não sabia, é que tudo pode piorar, sempre.

Na semana seguinte, a professora resolveu fazer a experiência do feijãozinho. Então, explicou que o feijão é  uma semente, e que eles o colocariam em um algodão com água, e que a mistura dos dois resultaria num broto de feijão.

A menininha, muito ativa, levantou a mão e  foi logo contando a história das sementinhas e dos bebês, em detalhes.

A mãe, coitada, foi chamada na escola. Levou o maior sermão da professora, que a advertiu, dizendo que ainda era muito cedo para conversar com a filha sobre essas coisas.

Mal sabe ela que curiosidade e sexualidade, não têm idade.